Como funciona um colégio bilíngue?

Na hora de escolher a escola dos filhos, os pais podem se deparar com inúmeras opções de colégios bilíngues. Há, no entanto, detalhes que fazem parte do dia a dia de um colégio bilíngue que podem ser desconhecidos por pessoas que não têm conhecimento técnico a respeito do assunto.

Um colégio bilíngue precisa ser em regime integral ou semi integral?

Sim. As escolas brasileiras, em geral, devem obedecer às determinações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, além de determinações do Ministério da Educação e dos conselhos locais de educação. Há a exigência mínima de que se cumpra – em língua portuguesa, que é a oficial do país – 200 dias letivos.

No caso do colégio bilíngue, embora não haja regulamentação específica, o consenso geral sugere que o aluno não tenha simplesmente uma carga horária extra de aulas de um segundo idioma, mas aulas no segundo idioma. Exemplo: estudar ciências naturais na língua inglesa, matemática na língua inglesa, geografia e por aí vai… “O cérebro bilíngue tem que estar preparado para fazer tudo na segunda língua, assim como faz na língua materna”, afirma Caroline Gaertner, mestre em educação e prefeita de estudos da Unidade de Curitiba do Colégio Everest.

Para que toda essa estratégia de oferta de conteúdo seja passada aos estudantes, é fundamental que a criança passe mais tempo na escola. Caso contrário, o conteúdo oferecido poderia ser comparado ao que se propõe um curso de idiomas.

Como funciona um colégio bilíngue?

Os colégios bilíngues certificam os alunos na segunda língua?

Embora não seja obrigatório, o Colégio Everest aplica os testes de Cambridge – para o inglês – e o DELE, Diploma Espanhol de Língua Estrangeira da Universidade de Salamanca – para o espanhol, que entra no currículo escolar a partir do Fundamental I. Ambos os testes são reconhecidos mundialmente.

Como é o método de ensino de uma escola bilíngue?

Atualmente, o universo que abarca as metodologias de ensino amadureceu muito, colocando disponíveis uma carta diversa e extensa de metodologias. No caso do Colégio Everest, o foco são metodologias ativas – tanto no ensino da língua portuguesa como na língua inglesa. Os estudantes são postos em uma estratégia de ensino que os torna protagonistas de seu processo de aprendizagem. O diferencial, no caso do estudo do inglês, é que o material oferecido não é o elaborado para estrangeiros, mas o mesmo que crianças nativas usam para aprender a língua em seu país. Isso torna o estudo mais orgânico e eficaz.

Como funciona um colégio bilíngue?

Por que matricular o filho em um colégio bilíngue?

Além dos benefícios práticos – viagens, ampliação das redes sociais, trabalho, maturidade cultural –, há inúmeros estudos que comprovam que crianças expostas desde cedo a vários idiomas têm a capacidade de construir mais sinapses cerebrais e aprender – com proficiência – várias línguas. Ou seja, desde criança, a pessoa tem condições de se organizar mentalmente para as diversas línguas que aprende. “Isso ajuda para que o aluno tenha mais concentração, foco, atenção. Quando se aprende uma língua, aprende-se também sobre uma cultura, um modo de pensar. Tudo isso enriquece a pessoa!”, destaca Caroline.

Caroline, que ocupa uma função de supervisão pedagógica, reforça que crianças que estudam em um colégio bilíngue têm a oportunidade de ampliar muito o repertório em termos de comportamento social, possibilitando também a leitura de títulos originais – em outros idiomas – e a facilidade em aprender, por conta própria, outras línguas e disciplinas. Até mesmo o “pensar em outra língua” auxilia na metacognição, quando se aprende a pensar no porquê das coisas.

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